sábado, 7 de novembro de 2009

A MELHOR IDADE!

É possível ter um relacionamento na terceira idade;
Vínculos emocionais beneficiam a saúde:
Ter um relacionamento afetivo não é privilégio dos jovens e adolescentes, pois os idosos estão superando preconceitos e descobrindo que também podem ser felizes e realizados no amor. Antigamente homens e mulheres se sentiam fadados à solidão após a morte ou separação do cônjuge, mas hoje eles vislumbram a possibilidade de ser feliz após anos de dedicação a família e ao trabalho. As pessoas dessa faixa etária estão em busca de um relacionamento para ter companhia, alguém com quem conversar, passear, viajar, cuidar da saúde e até para fazer sexo. As pesquisas têm comprovado uma melhora no estado de saúde e na qualidade de vida nas pessoas com vínculos emocionais saudáveis. Diferentemente dos adolescentes, a maioria dos idosos já passou por um ou mais relacionamentos, por isso a cobrança e o ciúme tendem a ser prati camente inexistentes. Outro fator que contribui para que o relacionamento tenha sucesso é que nessa fase da vida a auto-estima tende a ser maior e as expectativas com relação ao outro e a vida são menores. No idoso não há mais a ansiedade do jovem, a necessidade de experimentar de tudo, ir contra todos. Não há mais o desejo de conquistar o mundo e o medo quanto ao futuro. Geralmente nessa fase tudo já foi visto, experimentado e conhecido, e é por isso que o relacionamento fica mais tranqüilo, desinteressado e leve. Vive-se o momento. É como se nos adolescentes a angústia da paixão fosse uma tempestade em alto mar, nos jovens uma chuva na cidade, nos adultos uma garoa no campo e nos idosos uma leve brisa de primavera. No entanto, infelizmente muitas pessoas ainda têm que superar a família que não aprova o relacionamento, dar explicações aos filhos e netos e enfrentar o preconceito da sociedade. Para solucionar essas questões é preciso bastante paciência, autonomia, auto-estima e confiança de que está fazendo a escolha certa. Uma noticia boa é que geralmente quando os filhos e netos vêem que o famil iar está se sentindo feliz, saudável e realizado tendem a aceitar e até apoiar a relação. Para os casais que chegaram juntos a terceira idade, mas que nunca tiveram um relacionamento forte, com cumplicidade e harmonia essa é a época de ?passar a relação a limpo?, pois nesse período estão sozinhos em casa e precisam da ajuda e cuidado do outro. Uma forma de começar a re-escrever essa história é deixar os erros e implicâncias do passado para trás, porque ficar remoendo o que já aconteceu há anos só irá aumentar a discórdia do casal. Outra dica é refletir sobre o que houve de bom em toda essa história, o que foi construído junto e o os manteve ligados por tanto tempo e se apegar nas coisas boas que persistiram com o passar dos anos. Por isso, é preciso superar traumas, mitos e lendas a respeito do envelhecimento para que se continue vivendo com felicidade, amor, qualidade e felicidade. Superar tudo isso poderá ajudar muitos idosos a voltar a viver e ver graça na vida. Afinal, pessoas de qualquer idade precisam de afeto, amor, atenção, companhia e cuidados.//.(Fonte:YAHOO)//.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

CORRENDO ATRAS!

Lula assume negociações sobre reajuste das aposentadorias superiores a mínimo:
Na tentativa de evitar um desgaste para o governo às vésperas de ano eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva resolveu assumir a negociação sobre o reajuste das aposentadorias acima do salário mínimo. O presidente convocou uma reunião para a próxima segunda-feira com as lideranças do governo no Congresso e o ministro José Pimentel (Previdência) em São Paulo. Na última quarta-feira, a base aliada usou a estratégia de manter a pauta da Câmara trancada por medida provisória e assim impedir a votação do projeto que concede para todos os beneficiários do INSS o mesmo reajuste do salário mínimo. Depois de driblar a pressão dos aposentados que lotaram a galeria do plenário reivindicando a votação da proposta, agora o governo precisa apresentar uma proposta alternativa às centrais sindicais e representantes dos aposentados e pensionistas. A intenção é organizar os líderes dos partidos aliados para retirar do projeto a emenda que equipara os benefícios do INSS acima do mínimo, transformando em destaque de plenário, para que a maioria governista consiga aprovar o texto de valorização do salário mínimo sem a polêmica dos aposentados. O reajuste das aposentadorias viria, então, por meio de MP (medida provisória) após novo acordo que está sendo costurado pelo presidente Lula junto aos sindicalistas e Ministério da Previdência. Os líderes governistas tentam minimizar o mal-estar com os aposentados e afirmam que o impacto do reajuste nas contas públicas é insustentável. 'Nós queremos votar este aumento real acima da inflação equivalente à metade do crescimento da economia. Não temos como votar neste ano um aumento igual ao salário mínimo. Queremos aumento real que é da metade do crescimento da economia. Ou seja, a economia cresceu 5%, vai ser 2,5%', disse o líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS). Segundo reportagem da Folha publicada nesta sexta-feira, o aumento real para os benefícios acima do salário mínimo --pela regra de 50% da variação do PIB de dois anos antes-- deverá gerar um custo adicional de R$ 3 bilhões no Orçamento de 2010, cerca de um terço dos gastos com o Bolsa Família neste ano. O aumento (incluindo a inflação) em 2010 ficaria próximo de 6% e beneficiará 8,2 milhões de aposentados e pensionistas. Para 2011, no entanto, a mesma regra deverá garantir reajuste real próximo de zero, já que o PIB a ser aplicado será o deste ano, e as projeções flutuam em torno de 1%. Como os aposentados levariam só a metade da variação do PIB, o aumento acima da inflação no primeiro ano do próximo governo seria equivalente a 0,5%.//(Fonte: Márcio Falcão/FOLHA)//.
CPI-BRASIL.COM(Comentário):
Governo e aliados fazem confusão, criam tumultos e usam todos os métodos para criar MPs, com o único propósito de colocar o presidente Lula em evidência ao assiná-las tentando iludir o povo, quando não precisariam utilizar deste artifício. Bastaria entrar em votação e aprová-las sem maiores alardes. Moral da história: Fingi-se que brigam. Tudo armação pura.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

DISPARATES EM DÔBRO!

Dilma e Lula destacam em Londres que Brasil será quinta economia do mundo nos próximos anos :
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse nesta quinta-feira (5) que o Brasil retomou o processo de crescimento econômico e pode se tornar a quinta maior economia do mundo até 2016. Durante seminário em Londres que discutiu investimentos no Brasil, a ministra destacou que a exploração do petróleo na camada pré-sal é mais uma oportunidade para os investidores estrangeiros "no momento exitoso que o país vive". Em entrevista ao jornal Financial Times, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também afirmou que o Brasil será a quinta economia mundial nos próximos dez anos. No seminário promovido pelos jornais Financial Times e Valor Econômico, Lula
disse que não tem dúvida de que o Brasil pode crescer 5% em 2010. Ele destacou que o país passou pela crise financeira internacional, já voltou a crescer e é uma grande oportunidade para negócios. "Nem nós os brasileiros temos a dimensão do que está acon tecendo no país", disse Lula. Segundo ele, isso se deve ao fato de que o país passa por "uma revolução silenciosa". No mesmo encontro o ministro da Fazenda, Guido Mantega, manifestou preocupação com a excessiva valorização do real. Ele afirmou que o governo quer evitar uma "exuberância irracional" e por isso quer conter a moeda, o que ajuda a evitar bolha de crescimento.//(Fonte: Luis Carlos Pinto/Ag.Brasil?UOL)//.
CPI-BASIL.COM(Comentário):
Aturar disparates de um, já é demais! dois,é insuportável! Claro, lógico e evidente que as grandes empresas petrolíferas, estão de 'olhos arregalados1 para virem participar do projeto Pré-sal. Não foi à toa, que há pouco tempo um mega-empresário patrocinou um 'jantar da Arábias' para o presidente Lula. O Brasil vende petróleo barato e o compara caríssimo. A mina de ouro é para eles, não para o povo brasileiro. Sim, senhor presidente: o país passa por uma revolução silenciosa, por que o brasileiro é realmente 'um cordeirinho' e permite que se faça aqui o que bem entendem.

OS LADRÕES E AS PASSAGENS!

A Mesa da Câmara decidiu arquivar a denúncia contra o deputado Eugênio Rabelo (PP-CE), que havia sido acusado de envolvimento na venda de passagens aéreas de sua cota.
A Mesa seguiu recomendação da comissão de sindicância que investigou o caso e que concluiu pela inocência do parlamentar. O corregedor da Câmara, deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA), afirmou que foi provada a venda de passagens fornecidas pela Câmara, mas que não ficou demonstrada até agora a participação de deputados, apenas de funcionários dos gabinetes. Ele disse que as investigações prosseguem e que outros parlamentares podem vir a ser investigados. Quanto ao outro caso investigado pela comissão de sindicância, o do deputado Paulo Roberto Pereira (PTB-RS), a decisão da Mesa foi adiada por um pedido de vista do 4º secretário, deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP). O assunto poderá ser discutido pela Mesa na semana que vem. Pereira foi inocentado pela comissão no episódio da venda de passagens, mas é suspeito de contratar dois funcionários "fantasmas". A comissão recomendou a abertura de processo de cassação do seu mandato. Além da comissão de sindicância que investiga os parlamentares, também há uma comissão administrativa que apura o envolvimento.A Mesa da Câmara decidiu arquivar a denúncia contra o deputado Eugênio Rabelo (PP-CE), que havia sido acusado de envolvimento na venda de passagens aéreas de sua cota. A Mesa seguiu recomendação da comissão de sindicância que investigou o caso e que concluiu pela inocência do parlamentar. O corregedor da Câmara, deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA), afirmou que foi provada a venda de passagens fornecidas pela Câmara, mas que não ficou demonstrada até agora a participação de deputados, apenas de funcionários dos gabinetes. Ele disse que as investigações prosseguem e que outros parlamentares podem vir a ser investigados. Quanto ao outro caso investigado pela comissão de sindicância, o do deputado Paulo Roberto Pereira (PTB-RS), a decisão da Mesa foi adiada por um pedido de vista do 4º secretário, deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP). O assunto poderá ser discutido pela Mesa na semana que vem. Pereira foi inocentado pela comissão no episódio da venda de passagens, mas é suspeito de contratar dois funcionários "fantasmas". A comissão recomendou a abertura de processo de cassação do seu mandato. Além da comissão de sindicância que investiga os parlamentares, também há uma comissão administrativa que apura o envolvimento .//.(Fonte: uol) //.
CPI-BRASIL.COM(Comentário):
Em deterninada roda de amigos,comentava-se alguns assuntos inclsuve politica. Quando em dado momento,alguem fez a seguinte comparação: "o brasileiro' tem memória curta e, costuma rebelar-se contra algo,igual a "trovoada". Na hora, faz um "barulhão". Depois silencía. A matéria cima, nitidamente comprova este fato. Doações e vendas de passagens com o dinheiro público, mais um fato que acabou em pizza e caiu no esquecimento dos eleitores.


POVO: 'O BONECO de 'PAPELÃO'!

Aneel nega erro em conta de energia e rejeita ressarcir consumidor :
O diretor-geral da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), Nelson Hubner, afirmou hoje que a agência acredita não ter havido erro nos reajustes tarifários de energia elétrica, já que os contratos vigentes foram respeitados. Por isso, na visão da agência, as distorções nos reajustes não devem ser reparadas. A Aneel se propõe, contudo, a fazer a correção da metodologia do cálculo de reajuste presente nos contratos de concessão. Ou seja, vai tentar corrigir os problemas daqui para frente com as 64 distribuidoras de energia. "Se a gente entender que houve erro, o erro a Aneel corrige. Agora, se não há um erro, não tem por que corrigir", afirmou. Presidente da CPI diz que empresas devem ressarcir consumidor. Brasileiro paga a mais por luz há 7 anos; consumidores perdem R$ 1 bi por ano .Associação de distribuidores de energia contesta cobrança indevida na conta de luz .Para discutir o aperfeiçoamento no cálculo do reajuste com as empresas distribuidoras e com a população, a Aneel vai abrir audiência pública amanhã. A decisão foi tomada hoje pela diretoria da agência. A audiência vai até 27 de novembro. O objetivo da Aneel é ter a metodologia de cálculo de reajuste resolvida até o fim do ano. Hubner justifica que não propôs anteriormente uma mudança nos contratos com as empresas porque não havia "espaço político" para isso. Como o fato ganhou conhecimento da população, após reportagem publicada pela Folha, abriu-se o clima para esse tipo de negociação com as empresas distribuidoras. "Nosso entendimento é que estamos corrigindo uma distorção numa metodologia que está colocada no contrato de concessão e numa portaria interministerial. Essa alteração nos permite corrigir todos os nossos reajustes tarifários daqui para frente, dando o peso adequado ao que chamamos de custos gerenciáveis e não gerenciáveis pelas distribuidoras", disse Hubner.
Durante a reunião, a diretora Joísa Campanher Dutra reforçou a posição da agência de que é impossível fazer alterações unilateralmente, sem anuência das distribuidoras.
Cobrança :
Um erro na metodologia de cálculo dos reajustes tarifários, presente desde a origem do contrato de concessão, em 1997, produziu distorção que transfere todos os anos, segundo o TCU (Tribunal de Contas da União), R$ 1 bilhão do bolso dos consumidores para o caixa das concessionárias.
As grandes distribuidoras chegaram a admitir a devolução dos recursos cobrados a mais dos consumidores brasileiros, mas não chegaram a detalhar o assunto. As empresas também assumiram o compromisso de discutir com a Aneel ajustes legais na legislação do setor para eliminar a distorção já nos próximos reajustes. //.(Fonte:Folha/BOL)//.
CPI-BRASIL.COM(Comentário):
Existe mais um 'poderoso' em Brasília: Nelson Hubner. O mais novo dono da verdade. "Se a gente entender que houve erro, a Aneel corrige". Quem és tú, catitú? Se estive tudo às 'mil maravilhas' não teria sido notícia. Infelizmene há muito, mas muito dinheiro em jogo. Dinheiro para políticos e lobistas locupletarem´se. São 63 concessionárias. 2010 está à porta. Campanhas sendo incrementadas. E a corda arrebentando como sempre no lado mais fraco:o povo. Se por ventura a nação aceitar este descalabro, tornar-se-a 'marionete' e nós seremos os primeiros a afirmar:! Amarra-se o burro, à vontdade do Burro, do dono!

MELHOR PREVENIR QUE 'REMEDIAR'!

Campanha quer prevenir suicídio:
Projeto da Associação Brasileira de Psiquiatria inclui vídeo exibido na TV e material informativo .Para entidade, suicídio é questão de saúde pública e campanhas desse tipo têm impacto na redução do número de mortes. Paula Fontenelle, 42, que escreveu um livro após suicídio do pai. A ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria) lança durante o 27º Congresso Brasileiro de Psiquiatria, que começa hoje em São Paulo, uma campanha de prevenção ao suicídio. Serão distribuídos material informativo para o público leigo e um manual de informações para a imprensa e será veiculado em rede nacional um vídeo de 30 segundos sobre o problema. Para a ABP, o suicídio é uma questão de saúde pública. "É um problema grave, que acaba sendo mascarado. Muitas tentativas [de se matar] entram como acidentes domésticos, de trânsito. Campanhas de conscientização têm impacto na prevenção dessas mortes", afirma Luiz Alberto Hetem, vice-presidente da associação. O número de casos de suicídio cresceu 60% nos últimos 45 anos, de acordo com a OMS. A organização estima que, de 2002 a 2020, o aumento será de 74%, chegando a um suicídio a cada 20 segundos -hoje, a taxa é de um a cada 40 segundos. No Brasil, estimativas sugerem que ocorram 24 suicídios por dia, mas o índice deve ser 20% maior. Entre os jovens, a taxa multiplicou-se por dez de 1980 a 2000: de 0,4 para 4. O número de tentativas é de dez a 20 vezes mais alto do que o de mortes. "Nenhum país tem registro de tentativas, mas os cálculos vão nessa proporção. Podemos extrapolá-los para o Brasil", afirma o psiquiatra Neury Botega, professor de psiquiatria da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e um dos principais estudiosos do tema no país. Um estudo feito pela Unicamp com uma amostra aleatória de 515 habitantes de Campinas (interior de SP) mostrou que 17% deles já tinham pensado seriamente em acabar com a própria vida e 3% haviam efetivamente tentado o suicídio. As taxas são três vezes mais altas entr
e os homens, segundo Botega, mas as mulheres tentam mais tirar a própria vida. "Os homens são mais agressivos e impulsivos do que as mulheres e, quando tentam suicídio, o fazem de forma mais agressiva", analisa Botega.
O Ministério da Saúde criou em 2006 a Estratégia Nacional de Prevenção do Suicídio, para reduzir o número de mortes por suicídio. Entre as ações, o ministério diz que publicará um manual de prevenção do suicídio para profissionais da atenção básica de saúde.
Sinais:
A campanha pretende focar na prevenção do problema, com o argumento de que alguns transtornos mentais frequentemente estão envolvidos com o suicídio. Um trabalho da OMS com mais de 16 mil pessoas constatou que 90% dos casos puderam ser relacionados com problemas como depressão, ansiedade, uso de álcool ou drogas e esquizofrenia. "Não se trata de "psiquiatrizar" o suicídio, mas sim de dizer que um dos fatores pode ser uma doença mental não detectada", acrescenta Botega. Os especialistas afirmam que quem está pensando em se matar pode emitir alguns sinais. O principal deles é uma tentativa de suicídio frustrada. "Há casos de pacientes que fizeram cortes superficiais ou tomaram pouco remédio, e alguns banalizam, achando que a pessoa não vai se matar. Mas ela dá vários sinais de que está mal, sofrendo, com depressão profunda", exemplifica Luiz Alberto Hetem. Pessoas que tentaram tirar a própria vida devem passar por uma avaliação psiquiátrica e, se for o caso, iniciar tratamento. Análises póstumas do histórico de um suicida mostram ainda que a maioria apresenta um alto grau de desesperança (quando não acredita que existe a possibilidade de melhora de alguma condição). Os níveis de ansiedade também são mais altos nesses pacientes -a maior tendência em agir impulsivamente aumenta as chances de cometer suicídio.//.(Fonte: Juliane Siveira/Folha)//.

CPIBRASIL.COM(Comentário):
Bastante louvável, este tipo de estudos e preocupações. Afinal de contas, apenas O Criador" é quem tem o direito de tirar a vida humana.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

PRESIDENTE OU EMBAIXADOR?

O Viajante:
Se beber não dirija. Nem governe.
'Até aqui, em 40 meses de governo, o presidente Lula já cometeu 102 viagens ao mundo. Ou mais de duas por mês, tal como semana sim, semana não. Sem contar, ora pois, as até aqui, 283 viagens pelo Brasil. Hoje, dia 15, ele completa 382 dias fora do país desde a posse. E pelo Brasil, no mesmo período, 602 dias fora de Brasí­lia. Total da itinerância presidencial, caso único no mundo e na História: Exatos 984 dias fora do Palácio, em exatos 1.201 dias de presidência.
Equivale a 81,9% do seu mandato fora do seu gabinete. Esta é a defesa da tese de que ele não sabia e nem sabe de nada do que acontece no Palácio do Planalto. Governar ou despachar, nem pensar. A ordem é circular. A qualquer pretexto. E sendo aqui deselegante, digo que o presidente não é (nem nunca foi) chegado ao batente, ao despacho, ao expediente. Jamais poderia mourejar no gabinete, dez horas por dia, um simpático mandatário que tem na biografia o nunca ter se sentado à mesa nem para estudar, que dirá para trabalhar.'
E o povão coitadinho, fica na misserê..... //(Fonte:Col.JoelmirBeting)//
CPI-BRASIL.COM(Comentário):
Publicamos esta matéria, pela inteligência do autor e pela real estatística da notícia, o que nos revela que o presidente executa funções de relações públicas e ou embaixador, em detrimento das funções para a qual foi eleito.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

ANTES TARDE do que NUNCA!

Escolas contratam "experts" para modificar o currículo :
Professores da USP e da PUC ajudam colégios particulares a se adaptarem ao Enem. O objetivo é inserir na grade curricular o conceito de habilidades e competências exigido no exame feito pelo Ministério da Educação. Neste ano, alunos do ensino médio do colégio Santa Maria (zona sul de São Paulo) receberam um convite inusitado: ir à uma exposição na OCA (no Parque Ibirapuera) que falava sobre variações no clima. O que causou espanto não foi a atividade, mas a origem do convite: veio do professor de química. Em meio aos vídeos e instalações sobre mudança climática, assunto de geografia, aprenderam o que é a chuva ácida e quais os gases que a promovem, tema da área de química. Para terminar, tiveram que escrever uma redação, atividade típica das aulas de português.
"Poderíamos, ainda, ter incluído a física, explicando o efeito estufa", conta Luis Robson Muniz, professor de química da escola. Responsável pela salada educacional, ele explica: "Hoje, a tônica da educação está cada vez menos na disciplina em si e mais em um tema a ser abordado por vários professores. É como os alunos aprendem a relacionar conteúdos". Preocupadas justamente em adaptar seus currículos a essa nova realidade, exigida pelo Enem, as escolas particulares estão contratando a assessoria de "experts" -entre eles professores da USP e da PUC-SP. O objetivo é tornar as aulas mais interdisciplinares e focadas no cotidiano do aluno para que ele possa desenvolver o conceito de habilidades e competências exigido pela prova do MEC -onde o estudante sabe usar o que aprendeu para analisar a sociedade em que vive. No caso do Santa Maria, por exemplo, o professor queria desenvolver com os alunos a competência de analisar como e quais intervenções humanas destroem o ambiente. Para isso, passou para eles a habilidade de identificar os poluentes e seus efeitos na natureza. Outra competência pedida pelo Enem é a de compreender a arte como uma manifestação cultural. Então, os alunos precisam ter a habilidade de analisar como as produções artísticas explicam as diferentes culturas. Por isso, algumas escolas estão tornando o cinema uma disciplina obrigatória, como fará o Carlitos em 2010, assessorado por um educador francês. "Há uma procura crescente das escolas por projetos que tornem o currículo mais rico, mais interdisciplinar, mais prático. As escolas têm visto que esse é um caminho importante, que é uma tendência mundial", diz a coordenadora do programa de pós-graduação em educação matemática da PUC-SP, Célia Maria Carolino Pires, que também assessora escolas. O professor do Santa Maria é um exemplo: após 20 anos de magistério, decidiu fazer doutorado em biologia, para relacioná-la melhor com a química.
"Ou eu me torno professor de ciências da natureza ou estou fora do mercado. Não tenho mais que saber só química." Além do Santa Maria, outras grandes escolas passam por mudanças, como o Pentágono e o Visconde de Porto Seguro- que contratou uma assessoria para diagnosticar como estão as habilidades dos alunos. No time de especialistas de algumas escolas há nomes como Vera Leopoldo Constantino, professora de química da USP, e Maria José Nóbrega, mestre em filologia e língua portuguesa pela USP -que diz ter observado uma procura maior por seus serviços, a ponto de ter que recusar clientes.
Enem :
As escolas reconhecem que o Enem teve um peso significativo nessa mudança. Especialmente após as notas da prova passarem a ser divulgadas por escola, em 2006, facilitando a criação de um ranking, e depois do anúncio, neste ano, de que o exame substituirá vestibulares de universidades federais. "As escolas foram resistindo, mas agora não têm como adiar. Elas estão sendo cada vez mais ranqueadas com base nas habilidades e competências", diz Silvio Freire, coordenador do ensino médio do Santa Maria. A resistência, segundo os educadores, tinha dois principais motivos: os vestibulares, que antes moviam a comparação entre as escolas, costumavam exigir mais a "decoreba" de conteúdos; além disso, professores não queriam passar por mudanças na forma como davam aulas. É por isso que o professor José Claudinei Lombardi, da Faculdade de Educação da Unicamp, vê com ceticismo as alterações: "Grande parte dos professores tem uma prática muito tradicional cristalizada. Acho que essas mudanças são mais retóricas".//(Fonte:Talita Bendinelli/Folha)//.

E POR QUE NÃO ANTES?

FHC e Armínio atacam o lulismo:
Ex-presidente da República e ex-presidente do Banco Central convocam oposição ao "autoritarismo popular". FHC e Armínio Fraga acabam de lançar manifestos de ataque ao lulismo. De fato, convocam a oposição ao "autoritarismo popular" de Lula (expressão de FHC), à regressão a "formas políticas do autoritarismo militar" (FHC), à identificação "com muita coisa da época da ditadura" (Fraga) e ao favorecimento do Estado a interesses privados (FHC e Fraga). Na quinta-feira passada, Fraga deu entrevista ao jornal "Valor" em que pedia a "reestatização do Estado" e observava o risco de regressão a "um Estado que a literatura chamava corporativo, patrimonialista, populista, que, infelizmente acaba desembocando num Estado hiperdimensionado, pouco eficiente, injusto e corrupto". No domingo, em artigo em "O Estado de S. Paulo", FHC escrevia que "a lógica dos despautérios" de Lula é a do "poder sem limites", a do "poder presidencial com aplausos do povo" e do "poder burocrático-corporativo", aliança de Estado, sindicatos, movimentos sociais, fundos de pensão e grandes empresas, cada vez mais fundidos "nos altos-fornos do Tesouro". Se as peças não foram escritas a quatro mãos, diga-se ironicamente que a unidade de assunto, tempo e lugar indica pelo menos uma ação intelectual concertada. Em síntese, FHC e Fraga dizem que o projeto luliano: 1) Coopta os principais atores econômico-sociais por meio de políticas públicas cujo financiamento não está explicitado no Orçamento; 2) Manipula fundos e instituições paraestatais com o objetivo de implementar tais políticas. Com subsídios, via BNDES e outros bancos públicos, beneficia grandes empresas. Por meio de fundos de pensão de estatais, cujos dirigentes são nomeados pelo governo e por sindicatos aninhados no Estado, o governo atua em outra frente a fim de cooptar e/ou pressionar empresas. Por meio de convênios com movimentos sociais (de ONGs ao MST), muitas vezes bancados pelo Tesouro, cooptam boa parte da organização civil em tese e um dia autônoma em relação ao Estado. Os dois citam ainda o caso de Lula x Vale: "ingerência governamental" (FHC) e "politização" (Fraga). Outro aspecto do "autoritarismo popular", que "vai minando o espírito da democracia constitucional" (no dizer de FHC) é o atropelo das regras e de "participação, representação e deliberação consciente". FHC diz que, à maneira do PRI, o partido da longa "ditadura institucional" mexicana, Lula indicou Dilma Rousseff por meio de um "dedaço". Com a "devastação dos partidos", uma vitória de Dilma deixaria o país entregue a um "subperonismo" (o lulismo). O governo, além do mais, atropela a sociedade com a discussão apressada do pré-sal ou com decisões vazadas sobre processos em curso (como a compra dos aviões de caça), episódios que FHC chama de "pequenos assassinatos". Além de servir a interesses privados (sindicais, empresariais, partidários), FHC e Fraga lembram também a pressão do governo contra os meios de comunicação (ataques a jornais, tentativas de criar conselhos de controle da imprensa e do audiovisual). A oposição partidária a Lula é patética ou inexistente. José Serra, enredado na sua estratégia presidencial, é quase omisso. Geraldo Alckmin e Aécio Neves são dois personagens vazios à procura de um autor. FHC e Fraga, embora com imprecisões conceituais e memória curta dos anos tucanos, se encarregaram de lançar o combate.//.(Fonte: Vinicius Torre Freire/FOLHA)//.
CPI-BRASIL.COM(Comentário):
FHC e Fraga, não deixam de ter suas razões quanto as afirmações feitas na matéria. O que nos deixa irritados, é o atraso das denúncias. Por que, só agora? Claro qu poderia e teria que ser feito muito antes de inciar-se propriamente dito o 'ano eleitoral'. Ambos teem conhecimento de causa. Portanto, teriam a obrigação de denunciar com mais antecedência e, assim fazendo, teriam maior cedibilidade.

O MEDO DE MORRER!

Separada de Fernando Collor há quatro anos e meio, a ex-primeira dama Rosane Malta Collor se auto define assim:
Eu sou um arquivo vivo. Faço parte do passado. Sou um arquivo vivo”. A julgar pelo que diz, Rosane condenou-se ao convívio com o medo:
Eu disse que qualquer coisa que acontecesse comigo eu culparia ele. Já disse na Justiça: qualquer coisa que acontecer com a minha vida a responsabilidade é dele”. Rosane falou ao diário carioca Extra. Não é a primeira vez que ele se achega aos holofotes. Ela trava com Collor, hoje senador pelo PTB, uma disputa judicial. Reivindica metade do patrimônio do ex-marido. Collor não a deixou propriamente desamparada. Rosane vive numa confortável casa de quatro quartos, em Maceió.Para encher a geladeira e tocar a vida, recebe de Collor pensão mensal de R$ 13 mil. Mas Rosane quer mais.Por isso, ela irrompe no noticiário de tempos em tempos. Só para lembrar ao ex-marido que existe. E que é portadora de segredos insondáveis, colecionados em 22 anos de convívio matrimonial. Até aqui, Rosane mantém fechadas as gavetas mais comprometedoras do seu “arquivo”. Sou um arquivo vivo’, afirma Rosane, a ex de Collor.
Antes dessa nova aparição, a ex de Collor falara ao repórter Alexandre Oltramari, em dezembro de 2007. Discorrera sobre quase tudo: brigas, traições, inveja, macumba... Só não falara sobre o essencial.
Vale a pena ouvir de novo as últimas respostas que a Rosane de 2007 dera ao repórter Oltramari:
Entre o impeachment, em 1992, e a sua eleição para o Senado, o ex-presidente praticamente não trabalhou. Como ele bancava seus gastos pessoais com uma renda de R$ 25,8 mil reais?
Não posso falar sobre isso. Estima-se que a parceria entre PC Farias e o ex-presidente tenha deixado um saldo de 60 milhões de dólares em contas secretas no exterior. A senhora tem alguma idéia de onde foi parar esse dinheiro?
Não posso falar sobre isso.
A senhora acredita que o presidente tenha contas secretas no exterior?
Não posso falar sobre isso.
A senhora não pode responder porque não sabe ou porque tem medo de sofrer alguma retaliação?
Não posso falar sobre isso.
Na nova entrevista, Rosane continuou guardando silêncio “sobre isso”.//.(Fonte: Josias de Souza )//.

EXPLICA. MAS, NÃO JUSTIFIACA!

Brasil fez tudo o que podia; era pouco:
A curta e asséptica nota com que o Itamaraty anuncia a sua "satisfação" com o acordo alcançado em Honduras diz bem do pouco que o país fez ou podia fazer na crise. A rigor, a única atividade brasileira no imbróglio foi passiva: deixar que sua embaixada em Tegucigalpa servisse de residência para o presidente deposto Manuel Zelaya. Tudo o mais foi, digamos, apertar o "enter" de um programa que todo o mundo, literalmente, utilizou: condenar o golpe, primeiro; exigir a volta de Zelaya; apoiar as gestões negociadoras, impor sanções ao governo golpista. Pode ser muito ou pouco, conforme o ponto de vista de cada qual, mas foi claramente insuficiente para resolver a situação, o que só acabou acontecendo quando os Estados Unidos chamaram golpista e golpeado às falas. É justo, no entanto, reconhecer que, desde os primeiros dias, o chanceler Celso Amorim e o próprio presidente Lula haviam dito que só os Estados Unidos tinham bala suficiente na agulha para desatar o nó. O que equivale a reconhecer indiretamente que ao menos àquela parte das Américas não chega a liderança brasileira. Tampouco chega a venezuelana. Hugo Chávez chegou a ameaçar "quebrar" os golpistas, na sua retórica sempre colorida e incendiária. Não quebrou nem tinha cacife para fazê-lo. Aliás, o "bolivarianismo" é o principal perdedor da crise toda. O objetivo dos golpistas sempre foi o de impedir a permanência no poder de um presidente nascido das costelas do conservadorismo hondurenho e, de repente, "bolivarianizado". Impediram por quatro meses, bloquearam qualquer hipótese de reeleição e parece altamente improvável que surja um herdeiro de Zelaya para vestir, com alguma força, a camisa vermelha dessa corrente. Pelo menos nas eleições de novembro, que, em tese, zerarão a crise de uma vez, não há um candidato que possa representar o incipiente "zelaysmo". O presidente, de resto, já havia perdido as eleições internas em seu partido. Diante da resistência de uma fatia importante dos fatores de poder em Honduras ao "bolivarianismo", o razoável é supor que o presidente que venha a se eleger em novembro será no mínimo cauteloso. Até porque todo o mundo viu que o sétimo de cavalaria que desfez o cerco aos supostos mocinhos não vestia vermelho, mas a velha bandeira das listas e estrelas, sempre presente nessa parte do mundo.//(Fonte: Clòvis Rossi/FOLHA)//.

CPI-BRASIL.COM(Comentário):
Tudo isto não passa de explicações sem o menor cabimento. Em determinadas situações ou procedimentos, para não cair-se no ridículo, usa-se o velho ditado diz: A melhor resposta, é aquela que não se dá.

O SÍMBOLO PERDIDO!

Dan Brown aproveita a fixação popular com a pseudociência :
Robert Langdon, o professor-herói dos romances de Dan Brown, está de volta. Desta vez, sua batalha é travada bem mais perto de casa. Em vez das ruas de Paris e de Roma, o professor de "simbologia" de Harvard (uma categoria acadêmica que, aliás, não existe: semiótica talvez fosse mais adequado) luta pela sua vida e pelo despertar de uma nova era para a humanidade nas ruas e monumentos de Washington. A premissa do livro é fascinante: e se a sabedoria do passado, dos egípcios, dos alquimistas, dos videntes e dos magos, guardada corajosamente por maçons, rosacruzes e outros membros de sociedades secretas, estivesse de alguma forma ligada com a ciência moderna -em particular com as ciências neurocognitivas, que exploram o funcionamento do cérebro? Será que a mente humana tem poderes ocultos que ainda não foram explorados e que têm o potencial de mudar o curso da história? Não vou estragar o livro contando o seu enredo. O que podemos fazer aqui é explorar se as ideias que Brown propõe no livro têm algo de concreto. A premissa é que a Bíblia e a maioria dos textos sagrados têm, essencialmente, a mesma mensagem: nós, humanos, somos deuses. Senão na prática, ao menos em potencial. Não é à toa que a Bíblia começa com Adão e Eva, imortais, caminhando junto a Deus no Jardim do Éden e culmina, após a perda dessa imortalidade devido à descoberta do pecado, com a Ressurreição. No livro, Brown interpreta a Bíblia e outros textos sacros e profanos como manuais que explicam como podemos voltar a ser deuses. Os maçons são os guardiães desses segredos, que são preciosos demais para serem revelados. Daí os códigos, os símbolos e a trama mirabolante de como decifrar o mapa que revela onde os segredos se encontram. Esse é o papel da religião na história. A ciência entra através da heroína, Katherine Solomon. Sua pesquisa que, claro, é secretíssima, concentra-se na chamada "ciência noética", supostamente a ciência que estuda os poderes do cérebro. O mais importante deles é a capacidade da mente de interagir com a matéria: em princípio, podemos mover a matéria com o poder do pensamento. Quem se lembra do israelense Uri Geller e dos vários "entortadores de colher" que eram populares nos anos 1970? Eles seriam exemplos dos superdotados, dos humanos com poderes telecinéticos extremamente avançados. Brown usa -de forma brilhante, devo dizer- a fixação popular com a pseudociência, ligando-a ao conhecimento dos antigos: eles já sabiam disso tudo, mas, após séculos de perseguição, esse conhecimento foi quase esquecido. Agora, graças à ciência moderna, estaríamos redescobrindo a sabedoria dos nossos antepassados: a ciência justificando a religião no laboratório, mostrando que, de fato, nós somos mesmo semideuses. O livro de Brown é um símbolo da sua convicção de que, se trabalharmos juntos, podemos transformar o mundo. Sua visão otimista é bastante louvável, se bem que ele também menciona que esse mesmo conhecimento pode ser usado para o mal. O vilão da história está aí para provar isso. Infelizmente, não existe qualquer evidência concreta de que a mente pode agir sobre a matéria. Os truques de Uri Geller são facilmente repetidos por mágicos. O cérebro não parece ser capaz de gerar uma interação mecânica com os objetos à sua volta. Por outro lado, temos ainda muito a aprender sobre os poderes da mente. Nesse meio tempo, se a força do pensamento pode fazer alguma coisa, é através das ações e escolhas que fazemos -essas sim, capazes de melhorar o mundo em que vivemos.//
Fonte: MARCELO GLEISER é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro "A Harmonia do Mundo")//.

TERÁ O GOVERNO CORAGEM?

Imposto de conta de luz errada também deve ser devolvido:
Segundo especialistas, governos estaduais e federal precisam ressarcir tributos cobrados a mais de consumidor de energia. Representantes do Ministério da Fazenda, da Receita e de agência reguladora evitam se pronunciar sobre problema .Os governos estaduais e federal também terão de devolver os impostos recolhidos sobre os valores pagos a mais pelos consumidores de energia elétrica, segundo especialistas ouvidos pela Folha. A cobrança indevida ocorreu devido a um erro da fórmula de cálculo da tarifa de energia elétrica. Procurados, o Ministério da Fazenda e a Receita não quiseram se pronunciar sobre a afirmação de especialistas. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) também não quis falar do problema tributário. Sobre a tarifa de energia elétrica, o governo federal recolhe o PIS e a Cofins, e os governos estaduais, o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). A alíquota da Cofins é de 7,6%, e a do PIS, de 1,65%. O ICMS tem alíquotas de 17% a 25% a depender do Estado. Não se conhece ainda o valor exato cobrado a mais. A Folha revelou em reportagem no dia 18 que a falha na metodologia de cálculo da tarifa de energia no país gera distorção que transfere por ano R$ 1 bilhão dos consumidores para as distribuidoras. A fórmula não considera os ganhos de mercado das distribuidoras. Especialistas dizem que o erro vem do contrato de concessão, que vigora desde a gestão FHC e não foi consertado no governo Lula. A falha ocorre nos contratos com as empresas privatizadas e nas estatais. A estimativa é que essa conta possa ter superado os R$ 10 bilhões. Na quinta-feira, em audiência da CPI das Tarifas de Energia Elétrica, as distribuidoras recuaram e admitiram negociar a devolução do valor pago a mais. As concessionárias aguardam agora apenas o pronunciamento oficial da Aneel. O governo conhece o assunto há dois anos e promete uma solução em breve. Para o advogado Ives Gandra Martins, a exemplo das distribuidoras, o governo está obrigado a devolver o valor dos impostos recolhidos a mais dos consumidores. Em princípio, segundo ele, há chance de o assunto não se converter num contencioso judicial. A devolução deverá ser feita a partir da compensação dos valores pagos de forma indevida nos reajustes futuros. É a sugestão de instituições de defesa do consumidor. A forma de devolução será negociada com o setor. "Da forma como provavelmente vão proceder, já haverá uma devolução implícita [de tributos do governo]. Como eles vão devolver? Vão cobrar menos. Se cobrarem menos tarifa [compensando o que já foi pago], o governo vai receber menos. Em recebendo menos, ele também está devolvendo o que cobrou antes", diz Martins. Isso só não funcionará se o governo exigir o valor cheio do imposto aplicado sobre a tarifa, sem o desconto. "Se isso ocorrer, será uma bela discussão no Poder Judiciário", diz. Para o advogado Walter Carlos Cardoso Henrique, presidente da Comissão Especial de Assuntos Tributários da OAB-SP, ainda é pouco claro qual será o mecanismo de devolução. Por enquanto, há apenas uma promessa das distribuidoras em aceitar uma negociação para o ressarcimento e o ajuste da fórmula errada. Além da certeza sobre a exigência da devolução, Henrique afirma que há riscos de o assunto se tornar uma grande discussão judicial entre as concessionárias e os vários níveis de governo.
Silêncio:
A exemplo do Ministério da Fazenda, a Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica) não se pronunciou sobre o assunto. A diretoria da entidade passou anteontem reunida.//(Fonte:AgnaldoBrito/FOLHA)//.

MUDANÇA de POSIÇÃO à MESA!

O botequim vai mudar de dono. O negócio será fechado em outubro de 2010. A nova administração assume em janeiro de 2011.:
O velho proprietário prefere passar o ponto para sua chefe de cozinha. Negociou com ela a manutenção da estrela na fachada. Como gosta da cozinheira, o dono do boteco tenta familiarizá-la com a clientela. Transferiu-a do fogão para o balcão. Deu-lhe carta branca. Ela mandou pendurar um aviso na parede: “Não fazemos barganha”. Levou um sorriso à antiga carranca. Agora, é sociável a mais não poder. Espero que você continue prestigiando o estabelecimento depois que eu assumir. Depende. Vai oferecer o quê? Vamos manter o cardápio. O cardápio não é ruim, mas pode melhorar. Aceitamos sugestões. Eu frequento essas mesas desde o tempo em que um tucano piscava no letreiro. Bem sei. Mas você há de concordar comigo: depois da estrela, a coisa melhorou. Ruim não está, mas sempre pode ficar melhor. Pois me diga: o que podemos fazer para continuar agradando à clientela? Ouço reclamações nas mesas. Mas, mas...
Você não é a única pretendente ao negócio. Como assim? Você sabe, a turma do tempo do tucano quer voltar. Eles estão no pé da gente. Sim, sim, tô sabendo. Mas vocês não estão satisfeitos? Insatisfeita a clientela não está. Mas pode melhorar. Desembucha homem, diga logo. O que pode ficar melhor? Veja bem, o cardápio, de fato, tem de tudo. Pois então...
Mas o pessoal já não se contenta com tudo. Quer mais um pouco. Você poderia ser mais específico? Para começar, ajudaria muito se você mandasse arrancar da parede aquele aviso.
O velho dono do negócio, que fiscaliza os diálogos à curta distância, puxou um garçom pelo braço. Cochichou-lhe algo. Pouco depois, achegando-se ao cartaz na parede –“Não fazemos barganhas”— o garçom colou uma propaganda de pinga em cima da palavra “não
”. A cozinheira fez que não viu. Aprendeu sua primeira lição. O sucesso do negócio não depende da qualidade do cardápio, mas do tamanho do balcão. //.(Fonte: Josias de Souza)//.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

NOSSA HOMENAGEM ÀQUELES QUE ESTÃO NO ANDAR DE CIMA!

Aqui um dos muitos ensinamentos do "Irmão" CHICO XAVIER, o "cisco do cisco!".


A EXPRESSÃO DE HUMILDADE!

PARA REFLEXÃO!




A ORAÇÃO 'MAIOR'!

A ORAÇÃO que o "PAI CELESTIAL" nos ensinou!


sábado, 31 de outubro de 2009

NESTA EDIÇÃO!

Declaração descabida.
Nova formação da humanidade.
Possível pediatra, mas pedófilo?
Uma medida acertada.
O direito de 'ir e vir'.
Fatos comprovam o poder da Imprensa.
Impáfia: a certeza do poder.
Tirando a máscara.
O medo do estrago na Internet.
Perigo a vista.
Multas para "Inglês" ver.
Espiritualidade (Coluna de Norma Villares) Pg. lateral
Esportes (Pg. lateral)
Curiosidades (Pg. lateral_
Adão, Eva e o macaco (Coluna de Ana Simões)
Editorial (Pg. lateral)
Denúncias (Pg. lateral)
Aparelhamento das Forças Armadas: qual?

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

APARELHAMENTO das FORÇAS ARMADAS: QUAL?



Aparelhamento das Forças Armadas: qual?:
Intenta-se hoje a mais profunda intervenção política na área militar já vista na tão decantada história republicana do Brasil. Enquanto usa sua maioria parlamentar para defletir uma miríade de polêmicas, o governo federal vai fazendo avançar sem resistências um assunto que trará consequências duradouras à vida política no país: a missão, o emprego e a estruturação das Forças Armadas. Sob a justificativa de seu aparelhamento e o guarda-chuva pseudopolítico da subordinação dos "militares ao poder civil", intenta-se a mais profunda intervenção política na área militar já vista na tão decantada história republicana do Brasil. A moldura desse quadro estava pronta havia tempos. Os ressentimentos de toda sorte em relação ao regime militar, a ânsia dos poderosos de cada momento em exibir obediência castrense e os interesses estrangeiros em formatar nossa estrutura de defesa segundo suas conveniências ambientaram o mal disfarçado projeto hegemônico de longo prazo que agora se estende às Forças Armadas. Um simples acompanhamento do planejamento e da execução orçamentários permite verificar que o Ministério da Defesa extrapolou em muito, há tempos, as atribuições previstas na lei de sua criação. Mas foi no início do segundo mandato presidencial que se inaugurou uma nova escalada de confrontação com as Forças Armadas, em particular com o Exército. Alguns ministros depois -novos titulares de pastas criadas e inventadas-, foram enviesadamente apresentadas medidas caudatárias de uma Estratégia Nacional de Defesa que não se coadunam com a Política Nacional de Defesa, alteram as condições de cumprimento da missão constitucional das Forças Armadas e dão ao poder político condições de intervir partidariamente na estrutura militar, um pesadelo erradicado da vida pública brasileira há mais de 40 anos. A inauguração da atual República em 1985 foi a única na história do Brasil que não se deu por um golpe de Estado, e isso se deveu, em boa parte, ao apartidarismo das Forças Armadas. Ao contrário do que a maioria dos analistas costuma apontar, foi durante o regime militar que elas se afastaram da política partidária e se profissionalizaram definitivamente. Deixar para trás o salvacionismo das primeiras décadas do século 20, as correrias de 1920 e 1930, o golpe de 1937 e a intervenção pela retomada democrática em 1946, deteriorada com a instabilidade dos anos 1950, que culminou na ruptura de 1964, foi uma consistente evolução.
É compreensível que governos atuem ideologicamente, explorando oportunidades de aperfeiçoamentos sociais, políticos e econômicos. Mas não é razoável implementar modificações na estrutura do Estado que colidam com a evolução histórica do país e tenham o potencial de trazer instabilidade. Muito menos sensato é introduzir os objetivos de grupos de pressão hospedados no governo como variáveis da complexa equação da defesa nacional. A alguns causará estranheza isso estar acontecendo, acomodados na percepção de que a questão é afeta aos militares. Além de não se tratar de uma exclusividade, é fácil verificar na leitura da Estratégia Nacional de Defesa que ela foi redigida à revelia e mesmo em contraposição a ponderações de comandos das Forças Armadas. Alegações de tomada de modelos estrangeiros não resistem à mais elementar comparação, considerada a irrelevância político-estratégica de uns e a política do "faça o que eu digo, mas não o que eu faço" de outros. De fato, o emprego das Forças Armadas como elemento vital para a preservação da soberania e da democracia no Brasil está sendo alterado pelo governo em exercício, e não cabe aos militares questioná-lo. Àqueles que não podem evitar um sorriso de satisfação diante dessa situação, porque comemoram
a subordinação do "poder militar ao civil" ou porque se comprazem nos seus sentimentos de revanche, cabe lembrar que o estamento militar se subordina ao poder político em qualquer regime, situação ou direção. Se evoluímos como democracia responsável e consolidada, além dos arautos do governo, cabe à classe política se pronunciar quanto ao aparelhamento das Forças Armadas que realmente interessa ao Brasil.//.
(SÉRGIO PAULO MUNIZ COSTA é historiador. Foi delegado do Brasil na Junta Interamericana de Defesa, órgão de assessoria da OEA (Organização dos Estados Americanos) para assuntos de segurança hemisférica)//
.(Articulista/Colb.JCMelo)//.

MULTAS PARA "INGLÊS" VER!

Anatel multa Claro, Vivo e Oi em quase R$ 5 milhões :
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) multou as operadoras de celular Vivo, Claro e Oi em R$ 4,59 milhões. O motivo alegado pela agência foi descumprimento das metas de qualidade na prestação do serviço de telefonia móvel, estabelecidas no Plano Geral de Metas de Qualidade do setor. A Claro teve a maior multa, de R$ 2,67 milhões, referente a 2007. Apesar de ter continuado recorrendo, a empresa já havia pago a multa em 2008. A Vivo recebeu multa de R$ 1,5 milhão, por problemas detectados na prestadora de Minas Gerais. A Oi foi multada em R$ 405,9 mil. A decisão da Anatel foi publicada nesta sexta-feira no "Diário Oficial da União".
De acordo com a assessoria da agência reguladora, um dos atos é referente a multas aplicadas em 2005 e 2006 contra a Amazônia Celular e a Telemig. Como as duas empresas foram compradas pela Oi e pela Vivo, respectivamente, as multas foram repassadas a essas empresas.
Acordo :
Há três meses, as operadoras de telefonia Claro e Oi propuseram ao Ministério da Justiça um acordo para evitar o pagamento de R$ 300 milhões pelo descumprimento às regras para call centers. O ministro da Justiça, Tarso Genro, disse que as empresas devem apresentar um termo de referência, que vai indicar as medidas que serão adotadas por elas nos próximos meses para o efetivo cumprimento das regras de atendimento ao consumidor. Até o fim do ano, o ministério deverá acompanhar a realização dessas medidas e, no caso do cumprimento efetivo, será possível fazer um acordo com as empresas para resolver as pendências judiciais. Tarso explicou, no entanto, que esse acordo não interrompe o andamento da ação que as operadoras estão respondendo na Justiça. No final de julho, o Ministério da Justiça anunciou que a Claro e a Oi terão de responder na Justiça a uma ação ajuizada pelo Sistema Nacional de Defesa do Consumidor por descumprimento às regras para call centers. A ação pede que cada uma das empresas seja condenada ao pagamento de R$ 300 milhões por danos morais coletivos.//(Fonte:BOL)//.
CPI-BRASIL.COM(Comentário):
A desfarçatez presidencial e demais autoridades ultrapassa as raias do absurdo. Na matéria acima o próprio ministro diz abertamente que as multas poderão não ser cobradas. Onde já seviu o não cumprimento de contratos, motivarem 'acordos'. A corrupção e impunidade sãoos responsáveis. Existe muita grana em jogo. Muitas campanhas a ser 'bancadas' pelos conglomerados empresariais, e chamam esta 'canalhice' de 'doações'.

PERIGO A VISTA!

A TRÊS PASSOS DA GUERRA CIVIL:
Os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina. Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas indígenas em uma gigantesca, e declarar sua independência. Isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra. Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola. Talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial. O MST se desloca como um exército de ocupação. As invasões do MST são toleradas, e a lei não aplicada. Os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja: a convulsão social. Este conflito parece inevitável. O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.
Pela primeira vez em muito tempo, está havendo alguma discussão sobre a segurança nacional. Isto é bom, mas sem identificarmos corretamente as ameaças, não há como nos preparar para enfrentá-las. A crise econômica e a escassez de recursos naturais poderão conduzir as grandes potências a tomá-los a manu militari, mas ainda mais provável e até mais perigosa pode ser a ameaça de convulsão interna provocada por três componentes básicos:
— a divisão do povo brasileiro em etnias hostis;
— os conflitos potenciais entre produtores agrícolas e os movimentos dito sociais;
— e as irreconciliáveis divergências entre ambientalistas e desenvolvimentistas.
Em certos momentos chega a ser evidente a demolição das estruturas políticas, sociais, psicológicas e religiosas, da nossa Pátria, construídas ao largo de cinco séculos de civilização cristã. Depois, sem tanto alvoroço, prossegue uma fase de consolidação antes de nova investida. Isto ainda pode mudar, mas infelizmente os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina. Em havendo, nossa desunião nos prostrará inermes, sem forças para nos opormos eficazmente às pretensões estrangeiras. A ameaça de conflitos étnicos, a mais perigosa pelo caráter separatista. A multiplicação das reservas indígenas, exatamente sobre as maiores jazidas minerais, usa o pretexto de conservar uma cultura neolítica (que nem existe mais), mas visa mesmo a criação de “uma grande nação” indígena. Agora mesmo assistimos, sobre as brasas ainda fumegantes da Raposa-serra do Sol, o anúncio da criação da reserva Anaro, que unirá a Raposa/São Marcos à Ianomâmi. Posteriormente a Marabitanas unirá a Ianomâmi à Balaio/Cabeça do Cachorro, englobando toda a fronteira Norte da Amazônia Ocidental e suas riquíssimas serras prenhes das mais preciosas jazidas. Na Amazônia Legal (2009), estão representadas em laranja as terras indígenas. Em 2005, reconhecidas e demarcadas pela Funai, já abrangiam 12,41% do total do território brasileiro; outras 123 terras ainda estavam em processo de identificação e demarcação. O problema é mais profundo do que parece; não é apenas a ambição estrangeira. Está também em curso um projeto de porte continental sonhado pela utopia neomissionária tribalista. O trabalho de demolição dos atuais Estado-nações visa a construção, em seu lugar, da Nuestra América, ou Abya Yala, idealizado provavelmente pelos grandes grupos financistas com sede em Londres, que não se acanha de utilizar quer os sentimentos religiosos quer a sede de justiça social das massas para conservar e ampliar seus domínios. O CIMI, organismo subordinado à CNBB, não cuida da evangelização dos povos indígenas segundo o espírito de Nóbrega, Anchieta e outros construtores de nossa nação. Como adeptos da Teologia da Libertação, estão em consonância com seus colegas que atuam no continente, todos empenhados na fermentação revolucionária do projeto comuno-missionário Abya Yala. O processo não se restringe ao nosso País, mas além das ações do CIMI, a atuação estrangeira está clara:
— Identificação das jazidas: já feito;
— atração dos silvícolas e criação das reservas sobre as jazidas: já feito;
— conseguir a demarcação e homologação: já feito na maior parte;
— colocar na nossa Constituição que tratados e convenções internacionais assinados e homologados pelo congresso teriam força constitucional, portanto acima das leis comuns: já feito; — assinatura pelo Itamarati de convenção que virtualmente dá autonomia à comunidades indígenas: já feito. Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas em uma gigantesca e declarar a independência, e isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra. O perigo não é o único, mas é bastante real. Pode, por si só, criar ocasião propícia ao desencadeamento de intervenções militares pelas potências carentes dos recursos naturais — petróleo e minérios, quando o Brasil reagir. Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola .Futura distribuição dos territórios quilombolas . A UnB foi contratada pelo Governo para fazer o mapa dos quilombolas. Por milagre, em todos os lugares, apareceram “quilombolas”. No Espírito Santo cidades inteiras, ameaçadas de despejo. Da mesma forma em Pernambuco. A fronteira no Pará virou um quilombo inteiro. Qual o processo? Apareceram uns barbudos de piercings no nariz, perguntando aos afro-descendentes: "O senhor mora aqui?" "Moro." "Desde 1988?" (o quilombola que residisse no dia da promulgação da Constituição teria direito à escritura). "Sim". "Quem morava aqui?" “Meu avô." "Seu avô por acaso pescava e caçava por aqui?" "Sim” “Até onde?" "Ah, ele ia lá na cabeceira do rio, lá naquela montanha." "Tudo é seu." E escrituras centenárias perdem o valor baseado num direito que não existe. Não tenho certeza de que isto não seja proposital para criar conflitos. Tem gente se armando, tem gente se preparando para uma guerra. Temos de abrir o olho também para esse processo, que conduz ao ódio racial. Normalmente esquerdistas, talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial. Certamente isto vai gerar conflitos, mas até agora o movimento quilombola não deu sinal de separatismo. Os Conflitos Rurais — talvez os primeiros a eclodir .
Lula e o MST: contemporização e apoio:
O MST se desloca como um exército de ocupação, mobilizando uma grande massa de miseráveis (com muitos oportunistas), dirigidos por uma liderança em parte clandestina. As invasões do MST são toleradas e a lei não aplicada. Mesmo ciente da pretensão do MST de criar uma “zona livre”, uma “república do MST” na região do Pontal do Paranapanema, o Governo só contemporiza; finge não perceber que o MST não quer receber terras, quer invadi-las e tende a realizar ações cada vez mais audaciosas. É claro que os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja; a convulsão social, contando, talvez, com o apoio de setores governamentais como o Ministério do Desenvolvimento Agrário. Segundo Pedro Stédile: “O interior do Brasil pode transformar-se em uma Colômbia. A situação sairá de controle, haverá convulsões sociais e a sociedade se desintegrará.” Este conflito parece inevitável. Provavelmente ocorrerá num próximo governo, mas se ficar evidente a derrota do PT antes das eleições, é provável que o MST desencadeie suas operações antes mesmo da nova posse. O ambientalismo distorcido, principal pretexto para uma futura intervenção estrangeira . Já é consenso que o ambientalismo está sendo usado para impedir o progresso, mesmo matando os empregos Caso se imponham os esquemas delirantes dos ambientalistas dentro do governo, com as restrições de uso da terra para produção de alimentos, um terço do território do País ficará interditado a atividades econômicas modernas. Há reações, dos ruralistas no interior do País, nas elites produtivas e até mesmo em setores do governo, mas as pressões estrangeiras tendem a se intensificar. Se bem que raramente o meio ambiente serviu de motivo para guerra, hoje claramente está sendo pretexto para futuras intervenções, naturalmente encobrindo o verdadeiro motivo, a disputa pelos escassos recursos naturais. No momento em que a fome ronda o mundo, o movimento ambientalista, a serviço do estrangeiro, mas com respaldo do governo e com apoio de uma massa urbana iludida, chama de “terra devastada” àqueles quadrados verdejantes de área cultivada, que apreciamos ver na Europa e nos Estados Unidos, e impede a construção de hidrelétricas para salvar os bagres. Com a entrada da Marina Silva na disputa eleitoral, nota-se, lamentavelmente, que todos os candidatos passarão a defender o ambientalismo, sem pensar se é útil para o País.
A três passos da guerra civil :
O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos. Várias fontes de conflito estão para estourar, dependendo da radicalização das más medidas, particularmente do Ministério da Justiça:
— Roraima não está totalmente pacificada;
— o Mato Grosso do Sul anuncia revolta em função da decisão da Funai em criar lá novas reservas indígenas;
— no Rio Grande, os produtores rurais pretendem reagir às provocações do MST;
— Santa Catarina ameaça usar a PM para conter a fúria ambientalista do ministro Minc, que queria destruir toda a plantação de maçã.
Uma vez iniciado um conflito, tudo indica que se expandirá como um rastilho de pólvora. Este quadro, preocupante já por si, fica agravado pela quase certeza de que, na atual conjuntura da crise mundial o nosso País sofrerá pressões para ceder suas riquezas naturais — petróleo, minérios e até terras cultiváveis — e estando dividido sabemos o que acontecerá, mais ainda quando uma das facções se coloca ao lado dos adversários como já demonstrou o MST no caso de Itaipu. Bem, ainda temos Forças Armadas, mas segundo as últimas notícias, o Exército (que é o mais importante na defesa interna) terá seu efetivo reduzido. Será proposital?
Que
Deus guarde a todos vocês. //.(Fonte: O cel. Gelio Fregapani é escritor, atuou na área do serviço de inteligência na região Amazônica, elaborou relatórios como o do GTAM, Grupo de Trabalho da Amazônia.)//.
CPI-BRASIL.COM(Comentário):
A argumentação do autor é bem fundamentada,por isso mesmo merece ser lida. Faz sentido e coaduna-se perfeitamente com a atual situação política nacional.